Pra relembrar a infância…

Esses tempos, encontrei num mercadinho um daqueles sucos que vêm em embalagens super divertidas de plástico, em forma das coisas mais mirabolantes! Tinha em formato de bicho, de barquinho, de carro, etc, etc. Numa pesquisa rápido no Google, descobri que eles se chamam “suco brinquedo”. É, eu não sabia o nome.

Fui procurar o de arminha, que era o meu preferido, mas não tinha, então fiquei com o fusca da foto aí:

Quem aí também é desse tempo e sempre ficava pedindo pra mãe comprar o tal suquinho?

 

P.S. Pra minha decepção, o suco é horrível! A gente só tomava por causa da embalagem mesmo…

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Alguém quer um calzone?

Doce versus salgado. Todo mundo tem uma preferência. Há aqueles que não curtem quitutes doces (e sim, há aqueles que nem gostam de chocolate!) e existem outros que preferem o docinho e quase nunca, o salgado. Mas como o wecancookit é muito democrático, tem espaço para todos os tipos de comidinhas. Pois, chegou o momento de conhecer a história de um salgado muito popular: o calzone.

           

Vindo da região italina Apúlia, na zona de Salento, o calzone é conhecido por ser uma “pizza recheada”. O salgado primeiro apareceu nas cozinhas dos mais pobres da região. As sobras de massa de pão (em formato de meia lua) eram recheados com pedaços de tomate e queijo.  Tipicamente, o calzone de salento é recheado com tomate e queijo muzzarela, podendo ser frito no azeite. Hoje, o salgado está bem diversificado. Na Itália, o quitute passa até por fastfood. Já que são vendidos em tamanho pequeno, sendo bem prático pra comer em pé, sem muitas frescurinhas.

 

1 mês de We can cook it!

E nem parece que já passou tudo isso!

É pouco tempo, mas em um mês já descobrimos várias coisas, aprendemos e colocamos em prática aqueles segredinhos que só ouvíamos falar… Pra quem ainda não botou em prática seus dotes culinários ou não se arriscou na cozinha, a nossa sugestão é que vá logo! Não importa se errar uma, duas, três, quatro ou milhões de vezes, o importante é que tudo melhora com a prática, e enquanto não melhora, dá pra se divertir bastante e contar muita história sobre as burradas!

Nós gostamos muito de ver vocês por aqui (até quando zoam as coisas que fazemos) e esperamos que continuem acompanhando esse aprendizado doido aqui no We can cook it!—

E lembrem-se: todas as sugestões de posts, de receitas, fotos dos experimentos de vocês ou qualquer outra coisa do tipo serão bem-vindas aqui! Só mandar pro nosso e-mail: wecancookit@yahoo.com.br ou por mensagem lá na Fan Page http://www.facebook.com/wecancookit 😀

Pão de queijo cheio de história

Hmmm… pão de queijo. Quem não ama? Com calabresa, de chedder, com bacon ou simplesmente o tradicional, o pão de queijo é quitute tipicamente brasileiro, tendo suas origens no estado de Minas Gerais. Rezam muitas lendas a respeito de como tudo começou. Uns dizem que ele surgiu na simples combinação de povilho azedo e queijo como aperitivo pros encontros para “jogar conversa fora”, nas casas de roças lá de Minas. Outros dizem que a iguaria vem lá do século XVIII, feito pelas cozinheiras das grandes fazendas mineiras. Nessa opção, a história se diz assim: em sua primeira forma, o pão de queijo era como um biscoito, feito de povilho azedo, leite e ovo. Os senhores das fazendas estavam acostumados a comer todos os dias o salgado. Até que em algum momento, um fazendeiro pediu para que a receita fosse melhorada. A cozinheira então, acrescentou gordura de porco. Se sentiu frustrada porque o biscoito só ficou mais macio. E de fato, o sabor não tinha mudado.


Então, em sua segunda tentativa, ela acrescentou sobras de queijo. Mas ao ver o resultado pensou que novamente tinha falhado. Enquanto saiu para buscar mais ovos e tentar uma vez mais a melhoria do biscoito, o fazendeiro chegou na cozinha e experimentou os biscoitos de queijo e o resto já é história. Os pãeszinhos começaram a fazer parte do cotidiano do povo mineiro e em 1960 se popularizou no Brasil inteiro. E anos mais tarde, também alcançou as mesas de outros países.


Pois agora que vocês já conhecem uma das lendas que tentam dizer da onde surgiu o pão de queijo, qual é o seu pão de queijo favorito? Tem alguma combinação mirabolante e deliciosa? Diz aí.

NÃO ESQUEÇAM: a receita de pão de queijo já foi gravada. Logo mais o post surge aí (: 

Quem descobriu o queijo?

Ok, todo mundo já deve estar cansado de chocolate (eu sei, eu sei, sempre tem um chocólatra viciadão que não cansa). Mas enfim, nós já cansamos de falar sobre isso aqui e vamos pular para o próximo assunto, que é… queijo! Sim, isso porque nossa próxima receita será um delicioso pão de queijo! Já podem se candidatar a cobaias, porque não vai sobrar pra todo mundo!

Mas vamos direto ao ponto. De onde surgiu o queijo? Quem foi a feliz pessoa que descobriu que aquele leite estragado e pastoso, com cheiro de chulé podia ser comestível? Na verdade, como é o caso de muitos outros alimentos, a origem do queijo é incerta. Sabe-se que já no princípio da história da humanidade, as pessoas domesticavam animais e tinham lá os seus rebanhos. Quando viajavam, os primeiros homens levavam o leite, então perceberam que com a movimentação que ele sofria durante o transporte, acabava se formando uma pasta mais sólida – o queijo.

Depois, a produção começou a se especializar e foi só na Idade Média que o queijo começou a ser feito com uma higiene bem mais rigorosa. Foi nessa época, também, que começaram a surgir as especialidades, e hoje são conhecidas mais de 400 espécies! E você já achava difícil diferenciar queijo muçarela (sim, é assim que se escreve) do queijo prato!

Chocolate – como tudo começou

Pois então, o primeiro post do we can cook it vai tratar sobre um alimento muito delicioso e que boa parte da humanidade aprecia: o chocolate. Para começar a semana, segue aí a história sobre como o cacau foi descoberto.

Antes do chocolate ser como conhecemos hoje: em barra, derretido, transformado em bombom, trufas, granulado ou em pó, o cacau era servido em banquetes maias, olmecas e astecas como uma espécie de suco. E tinha o nome de “tchocolath”. Nessas culturas, acreditava-se que o cacau tinha origem divina. Tanto, que em seu nome científico,  “Theobroma cacao”,  significa alimento dos deuses. Este alimento era tão especial para esses povos, que a civilização maia comemorava o dia do deus do cacau: Ek Chuah. A importância do cacau era tanta, que os astecas e maias usavam a semente do fruto como moeda. Com a conquista dos espanhóis em 1502, o uso continua. Sendo que um escravo poderia ser comprado com cem sementes de cacau. No ano de 1521, o primeiro navio com cacau chega à Europa e é nessa época que é adicionado açúcar na bebida tipicamente asteca.

Entre os anos de 1600 a 1799, o chocolate quente vira sensação no continente europeu, tanto que a rainha Anna, da Áustria, vira chocólatra. Com o passar dos séculos, o cacau se transforma em manteiga, depois pó. Em seguida começa a ganhar formato sólido. E no ano de 1847 é feito o primeiro ovo de páscoa. No Brasil, foi em 1891 que a primeira fábrica de chocolates chega ao país, se instalando no Rio Grande do Sul.

Nessa semana não perca: receita de bombom de morango, benefícios do chocolate e muito mais.