Alguém quer um calzone?

Doce versus salgado. Todo mundo tem uma preferência. Há aqueles que não curtem quitutes doces (e sim, há aqueles que nem gostam de chocolate!) e existem outros que preferem o docinho e quase nunca, o salgado. Mas como o wecancookit é muito democrático, tem espaço para todos os tipos de comidinhas. Pois, chegou o momento de conhecer a história de um salgado muito popular: o calzone.

           

Vindo da região italina Apúlia, na zona de Salento, o calzone é conhecido por ser uma “pizza recheada”. O salgado primeiro apareceu nas cozinhas dos mais pobres da região. As sobras de massa de pão (em formato de meia lua) eram recheados com pedaços de tomate e queijo.  Tipicamente, o calzone de salento é recheado com tomate e queijo muzzarela, podendo ser frito no azeite. Hoje, o salgado está bem diversificado. Na Itália, o quitute passa até por fastfood. Já que são vendidos em tamanho pequeno, sendo bem prático pra comer em pé, sem muitas frescurinhas.

 

Anúncios

Quem descobriu o queijo?

Ok, todo mundo já deve estar cansado de chocolate (eu sei, eu sei, sempre tem um chocólatra viciadão que não cansa). Mas enfim, nós já cansamos de falar sobre isso aqui e vamos pular para o próximo assunto, que é… queijo! Sim, isso porque nossa próxima receita será um delicioso pão de queijo! Já podem se candidatar a cobaias, porque não vai sobrar pra todo mundo!

Mas vamos direto ao ponto. De onde surgiu o queijo? Quem foi a feliz pessoa que descobriu que aquele leite estragado e pastoso, com cheiro de chulé podia ser comestível? Na verdade, como é o caso de muitos outros alimentos, a origem do queijo é incerta. Sabe-se que já no princípio da história da humanidade, as pessoas domesticavam animais e tinham lá os seus rebanhos. Quando viajavam, os primeiros homens levavam o leite, então perceberam que com a movimentação que ele sofria durante o transporte, acabava se formando uma pasta mais sólida – o queijo.

Depois, a produção começou a se especializar e foi só na Idade Média que o queijo começou a ser feito com uma higiene bem mais rigorosa. Foi nessa época, também, que começaram a surgir as especialidades, e hoje são conhecidas mais de 400 espécies! E você já achava difícil diferenciar queijo muçarela (sim, é assim que se escreve) do queijo prato!

Chocolate – como tudo começou

Pois então, o primeiro post do we can cook it vai tratar sobre um alimento muito delicioso e que boa parte da humanidade aprecia: o chocolate. Para começar a semana, segue aí a história sobre como o cacau foi descoberto.

Antes do chocolate ser como conhecemos hoje: em barra, derretido, transformado em bombom, trufas, granulado ou em pó, o cacau era servido em banquetes maias, olmecas e astecas como uma espécie de suco. E tinha o nome de “tchocolath”. Nessas culturas, acreditava-se que o cacau tinha origem divina. Tanto, que em seu nome científico,  “Theobroma cacao”,  significa alimento dos deuses. Este alimento era tão especial para esses povos, que a civilização maia comemorava o dia do deus do cacau: Ek Chuah. A importância do cacau era tanta, que os astecas e maias usavam a semente do fruto como moeda. Com a conquista dos espanhóis em 1502, o uso continua. Sendo que um escravo poderia ser comprado com cem sementes de cacau. No ano de 1521, o primeiro navio com cacau chega à Europa e é nessa época que é adicionado açúcar na bebida tipicamente asteca.

Entre os anos de 1600 a 1799, o chocolate quente vira sensação no continente europeu, tanto que a rainha Anna, da Áustria, vira chocólatra. Com o passar dos séculos, o cacau se transforma em manteiga, depois pó. Em seguida começa a ganhar formato sólido. E no ano de 1847 é feito o primeiro ovo de páscoa. No Brasil, foi em 1891 que a primeira fábrica de chocolates chega ao país, se instalando no Rio Grande do Sul.

Nessa semana não perca: receita de bombom de morango, benefícios do chocolate e muito mais.